Laser genital

Cerca de 60% das mulheres que passam pela menopausa (fase em que há queda dos hormônios estrogênio e progesterona) notam mudanças no tecido genital. A atrofia genital faz com que o tecido da vagina fique mais fino, seco e menos elástico, o que traz uma série de desconfortos, como dor ao urinar e ardor no momento da penetração.

Além do tratamento convencional com hormônios, também é possível realizar sessões de laser. O laser genital libera energia e calor na região, estimulando o colágeno e a elastina, melhorando e tensionando os tecidos do canal vaginal e da vulva, e ajudando na vascularização da mucosa. O procedimento, além de devolver a lubrificação da vagina, melhora ainda a flacidez da região.

O recomendado é que sejam realizadas em média três sessões com intervalo de um mês entre elas. O efeito pode ser sentido até seis meses após a última sessão. Durante o procedimento, a paciente pode sentir um pouco de desconforto, por isso o uso de anestésico é indicado.

Todos os procedimentos estéticos na região íntima só podem ser realizado por médicos ginecologistas, dermatologistas e cirurgiões plásticos.

Responsável Técnico:

Dra. Caroline Wall Obrali - Ginecologista
CRM/PR 25922 | RQE 1931

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Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

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